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Notícia publicada dia 01 de Junho de 2010
O governo definiu ontem os ministérios e os órgãos da União que terão uma nova redução de orçamento este ano, como parte do corte de gastos anunciado recentemente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O Ministério da Educação foi o mais afetado e terá R$ 1,28 bilhão a menos para gastar em 2010. Com esse corte adicional, o orçamento da Educação perdeu R$ 2,34 bilhões em relação aos valores aprovados pelo Congresso. No total, o Executivo está reduzindo despesas no valor de R$ 7,5 bilhões.
Para alcançar o valor do corte de R$ 10 bilhões, anunciado no dia 13 de maio, o governo diminuiu também a estimativa de gastos obrigatórios (principalmente com pessoal e subsídios), em cerca de R$ 2,4 bilhões. O Legislativo e o Judiciário terão uma redução nas despesas de R$ 125 milhões. O corte foi anunciado como medida para evitar uma escalada mais forte da taxa básica de juros (Selic) decidida pelo Banco Central. O ministro Mantega chegou até a dizer que a medida ajudaria a esfriar o crescimento acelerado da economia, funcionando como uma redução "na veia" da demanda pública.
Fonte: Congresso em Foco
De: Matra - Marília Transparente [mailto:assessoria@matra.org.
Enviada em: terça-feira, 1 de junho de 2010 20:14
Para: lverillo@uol.com.br
Assunto: Matra - Notícias - 01/06/2010 - novo e-mail
Entrevista TV Bandeirantes:
Os principais trechos da entrevista estão disponíveis no site da MATRA (Rádio MATRA): http://www.matra.org.br/radio/
Dias 02, 03 e 04/06
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Manchete:
MATRA é destaque na TV Bandeirantes
Mais Notícias:
Marília:
Fumes: CPI é instaurada na Câmara
MP deve investigar publicação de edital de concurso em jornais
Câmara: vereadores adiam extinção do GAT
Motoristas da Circular aceitam 13% de reajuste e encerram estado de greve
Nacionais:
Ficha Limpa: para AGU projeto é constitucional
Comissão pode dar novo rumo a debate sobre diploma de Jornalista
Alunos devem ter cuidado na hora de escolher o curso superior
MP denuncia vereadores por corrupção
CNJ instaura processo administrativo contra juiz
ONU: polícia no Brasil continua matando em níveis alarmantes
STJ considera legal a cobrança antecipada de diferença de ICMS
PEC proíbe cobrança de IPTU em entorno de favela
Governo corta mais R$ 1,2 bilhão da Educação
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| A demora em se obter decisões judiciais definitivas que permitam a devolução de recursos desviados não é um problema apenas do Brasil, mas a Justiça brasileira coleciona processos que jamais são concluídos. Uma certa tolerância dos tribunais em relação aos crimes econômicos e a infinidade de recursos existentes na atual lei processual, que permite a elaboração de teses jurídicas cada vez mais complexas, são algumas das explicações para que isso ocorra. | |||||||
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A AMASG – Amigos Associados de São Gonçalo, convida a população gonçalense para participar da entrega de Pizza aos cidadãos, em frente a escada que dá acesso à Prefeitura e à Câmara Municipal de São Gonçalo, no dia 02 de junho de 2010, às 19 horas, ato denominado “II° Protesto da -Pizza”, em lembrança à passagem do terceiro aniversário da CPI da Saúde, promovida pela Câmara de Vereadores.
Tal CPI investigou a denúncia de desvios de verbas federais na Secretaria de Saúde deste município, concluindo não ter havido irregularidades, fato que contraria investigação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, que apurou fraude no montante de 200 milhões de reais, no período de seis anos, conforme amplamente divulgado na imprensa. Ressalta-se que delegado responsável pela investigação foi afastado do caso e o procedimento remetido a instâncias federais superiores.
Este caso, que chegou a público em 2006, atualmente encontra-se sob a tutela do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.
O II° Protesto da Pizza será realizado de forma pacífica, tendo como única intenção a de alertar a Sociedade para os desmandos que acontecem com o dinheiro público e os recursos provenientes de impostos, que devem ser obrigatoriamente convertidos em bons serviços à população, pelos representantes eleitos pelo povo, que são autoridades constituídas para trabalharem pelo bem comum.
Parabens Elda e ONG Moral. Mais uma vitoria!!!!!!
De: CABRAL [mailto:cabral@tganet.com.br]
Enviada em: sábado, 29 de maio de 2010 08:01
Para: Lizete Verillo - Amarribo; Fernanda Lanna Verillo - Amarribo; Info - Webmaster
Assunto: CRISE DEVOLUÇÃO
29.05.10 | 06h30 - Atualizado em 29.05.10 | 06h44
RAFAEL COSTA
DA REDAÇÃO
O desembargador Rubens de Oliveira devolveu ao Departamento Financeiro do Tribunal de Justiça (TJ/MT) o montante de R$ 397.708,85 referentes a pagamentos de licença prêmio efetuados pelo Judiciário no período de 2005 a 2007.
A devolução foi feita em março e referendada pela diretora do Departamento Financeiro, Márcia Regina Santos, e Ilman Rondon Lopes, coordenadora financeira, no dia 28 de abril deste ano.
Do montante devolvido, R$ 66.333,75 se refere a verba de licença prêmio do período de outubro de 1998 a outubro de 2003; outros R$ 252.492,41 são resultados de gratificação de férias, férias conversão (abono pecuniário) e férias indenizadas. Houve ainda a devolução de outros benefícios.
Temor
Em março, o mesmo magistrado devolveu R$ 66 mil aos cofres do Judiciário alegando que o dinheiro, recebido a título de licença prêmio, \"se mostrava insubsistente, embora o pagamento não tenha feito sem má-fé\".
Naquela ocasião, Rubens de Oliveira admitiu que a devolução fora motivada pela decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de punir com aposentadoria compulsória três desembargadores e sete juízes por recebimento indevido de créditos que seriam repassados a uma cooperativa de crédito ligada a uma entidade maçônica.
Nos bastidores, comenta-se que a devolução do dinheiro é motivada pelo receio de ser punido pelo CNJ diante das intensas fiscalizações feitas pelo órgão de controle externo no Judiciário de Mato Grosso.
Denúncia
A descoberta de devolução do mais recente valor se deu por meio de uma denúncia encaminhada a ONG (Organização Não Governamental) Moral que, por sua vez, decidiu repassá-la ao CNJ solicitando providências.
\"A acusação dava conta de que um grupo seleto de magistrados e servidores recebiam licenças prêmios vultuosas, o que fere o princípio da moralidade defendida pela Constituição Federal e o zelo com o dinheiro público\", revelou Ademar Adams, presidente da entidade.
O ativista defende que o CNJ faça uma inspeção no setor financeiro do TJ para apurar indícios de irregularidades. \"Só por meio disso poderemos conseguir desvendar este mistério\".
No documento encaminhado ao CNJ, a ONG Moral solicita que seja feita auditoria nas contas do Tribunal de Justiça, para identificar todos os pagamentos realizados em desacordo com a lei, o ressarcimento de todos os pagamentos supostamente ilegais, e a punição de todos os servidores e magistrados responsáveis pelas ilicitudes eventualmente detectadas.
Outro lado
Por meio da assessoria de imprensa do TJ, o desembargador Rubens de Oliveira se pronunciou a respeito do assunto. Confira a íntegra do esclarecimento:
"As importâncias devolvidas referem-se a indenização de férias não gozadas, sendo este um Direito trabalhista reconhecido no ordenamento jurídico pátrio, com realce para o estatuído pela Lei Complementar estadual nº 281, de 27/09/07 que, no seu parágrafo 4º, autoriza a indenização a todos os servidores públicos. Assim, é importante enfatizar que tais pagamentos não incorreram em qualquer ilegalidade.
A decisão pela devolução deve-se ao fato de que a Resolução 25/06 do Conselho Nacional de Justiça autorizava que férias não gozadas em decorrência da necessidade de atendimento ao interesse público, poderiam ser indenizadas.
Entretanto, esta Resolução fora revogada por outra resolução posterior do próprio CNJ, que passou a ter entendimento diverso do anterior, concluindo que as férias deveriam ser, obrigatoriamente gozadas, e não indenizadas. Esta última resolução, contudo, somente aportou ao TJMT após os pagamentos realizados.
Associado a isso, existe uma discussão no Supremo Tribunal Federal acerca da questão, motivada por um Mandado de Segurança interposto pela Associação Paulista de Magistrados, ora sob a relatoria do ministro Marco Aurélio de Melo. A referida Associação questiona a interpretação dada pelo CNJ na segunda resolução, entendendo que os magistrados fazem jus à indenização referida.
Por ser assim, tendo em vista a controvérsia e para não deixar dúvida quanto à boa-fé, decidiu o desembargador Rubens de Oliveira Santos Filhos pela devolução dos valores recebidos, até que esteja consolidado um entendimento a respeito da questão.
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Os corruptos estão sempre desenvolvendo novas formas de se fazer. Haverá um dia em que conseguiremos nos antecipar às suas falcatruas, por enquanto ainda estamos correndo atrás e temos que parabenizar a polícia Federal nos últimos anos pela intensidade de operações e descobertas que leva a diminuir a impunidade.
Noticia encaminhada por Cabral da ONG UTAMB de Tangará da Serra-MT
Lizete
De: CABRAL [mailto:cabral@tganet.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 31 de maio de 2010 09:48
Para: Lizete Verillo - Amarribo; Fernanda Lanna Verillo - Amarribo; Info - Webmaster
Assunto: OPERAÇÃO JURUPARI MATO GROSSO
29/05/2010 - 13:30
Da Redação - Alline Marques
A Polícia Federal detectou quatro modus operandi distintos de ação do grupo investigado na Operação Jurupari, deflagrada no dia 21 para combater crimes ambientais em Mato Grosso, em que envolve engenheiro, empresários, fazendeiros, servidores e políticos.
No primeiro modus operandi da quadrilha, engenheiros ou proprietários, com processo em tramitação na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) se associavam a servidores público de alto escalão no órgão para que processos fossem aprovados com maior celeridade ou até mesmo em desconformidade com a legislação ambiental.
Dentre os personagens chaves desta ação estão o ex-secretário de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan, ex-secretário de Mudanças Climáticas, Afrânio Migliari, apontado como líder do esquema, atual secretário adjunto da Sema, Alex Marega, além de outros servidores.
No segundo modus operandi, engenheiros ou proprietários entravam diretamente em contato com os técnicos responsáveis pela vistoria e acertavam para que as documentações fossem aprovadas mesmo com uma imensa quantidade de pendências relacionadas à propriedade.
No terceiro esquema montado pela quadrilha, os engenheiros ou proprietários de fazendas procuravam diretamente parlamentares, para que usassem da influência político junto aos servidores da Sema, fazendo com que os processos fossem aprovados mais rapidamente e em alguns casos em desconformidade com a legislação ambiental. Em troca, os deputados recebiam apoio.
Dentre os políticos citados nas investigações estão José Riva, Eliene Lima, Dilceu Dal Bosco e Mauro Sávi. Também haviam servidores do gabinete do governador Silval Barbosa envolvidos na operação, além de um interceptação telefônica do ex-governador Blairo Maggi.
Para finalizar a ação, o quarto grupo, relacionado à exploração florestal propriamente dita, tinha como protagonistas os donos de empreendimentos, madeireiros e donos de serraria, que se juntavam para realizar a prática de exploração florestal ilegal, seja em terras indígenas ou em áreas sem licenciamento ambiental, fazendo uso da mesma guia florestal e nota fiscal várias vezes.
Enviado por Marco Vanzella- ONG BATRA- Bauru Transparente. Não vai mais ter desculpas para o Executivo e o Legislativo das Prefeituras esconderem informação do cidadão.
REPASSANDO DO JORNAL DA CIDADE DE BAURU
Vem aí o Índice da Transparência nos sites das Prefeituras
A Associação Contas Abertas criará o Índice de Transparência, com notas de 0 a 10, para avaliar o conteúdo dos sites criados pelos municípios com mais de 100 mil habitantes para publicar os gastos públicos. Os sites serão avaliados de acordo com o grau de transparência e compreensão das informações. Entre os critérios, estão o nível de detalhamento da despesa, as possibilidades de download dos dados, a freqüência de atualização das informações e as facilidades na navegação. Quanto mais transparente, maior a nota. Exatamente 272 prefeituras se enquadram na obrigatoriedade de publicar as contas na internet. A partir de maio de 2011, a novidade atingirá os municípios entre 50 mil e 100 mil habitantes. A intenção do “Ranking da Transparência”, segundo a entidade, é gerar uma competição saudável entre os gestores, favorecendo a transparência pública. “Publicidade não significa necessariamente transparência. Vamos avaliar se as informações fornecidas pelos governos permitem, de fato, o acompanhamento das contas públicas por parte da sociedade”, afirma o secretário-geral, economista Gil Castello Branco.
Levantamento publicado quinta-feira pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) indicava que 20% dos municípios brasileiros ainda não haviam se preparado para entrar na era da prestação de contas virtual. A Lei da Transparência foi aprovada em maio de 2009, estipulando-se prazo de um ano para a implantação do sistema pelas prefeituras. No Estado de São Paulo, segundo apurou o órgão, sete cidades, entre elas Botucatu e Várzea Paulista, estavam entre as que não conseguiriam inaugurar os serviços a tempo. As demais disseram que os dados estariam disponíveis na internet a partir de sexta feira, dentro do prazo. Resta conferir não só se cumpriram a promessa como, especialmente, a qualidade das informações disponibilizadas.
Dúvidas
As dúvidas nas prefeituras começarão a ser resolvidas esta semana e a partir de então será possível saber aquelas que estão de fato dispostas a exercer a vontade política de publicar os dados e aquelas que estão encontrando dificuldades por motivos diversos. Durante a semana, a CNM indagou sobre diversos pontos de natureza técnica que estariam obscuros em relação à nova obrigação das prefeituras. Boa parte deles foi solucionada com a publicação pelo governo federal, na sexta feira, em edição extra, de decreto que regulamenta o padrão mínimo de qualidade para que os municípios divulguem, em tempo real, suas contas na internet. De acordo com o decreto, a liberação das informações orçamentárias e financeiras deverá ocorrer em tempo real e de forma “pormenorizada”, isto é, detalhada. Os portais eletrônicos deverão conter, pelo menos, o orçamento previsto, a arrecadação dos impostos, os nomes de todos os fornecedores, o que foi comprado, os serviços prestados, as licitações, os contratos e os programas implementados.
24 horas - A imprensa chegou a divulgar que os dados deveriam ser publicados em tempo real. Mas o decreto aponta um prazo de 24 horas para a atualização dos dados, ao especificar que os registros devem ser feitos “até o primeiro dia útil subseqüente à data do registro contábil no respectivo sistema, sem prejuízo do desempenho e da preservação das rotinas de segurança operacional necessários ao seu pleno funcionamento”. É certo, porém, que quem não se adequar ao espírito da lei pode ter suspensas as chamadas transferências voluntárias da União.
Breves
· Araçatuba, Franca, Limeira e Rio Claro também farão audiências públicas para a discussão do orçamento estadual de 2011, respectivamente nos dias 17, 11, 9 e 14 de junho, na Câmara Municipal. Qualquer cidadão poderá participar. · O governo estadual deve anunciar que atingiu as metas traçadas para o ensino técnico. Em 2007, definiu-se pela criação de 33,5 mil novas vagas até 2010. Segundo o Centro Paula Souza, já foram criadas 38 mil.
· O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo oferece canal on-line para o cidadão denunciar propaganda eleitoral antecipada ou irregular: www.tre-sp.gov.br/denuncia
· A Assembléia Legislativa aprovou projeto que obriga concessionárias e empresas de energia elétrica e de telefonia a destacar nas faturas valor do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incidente nos serviços. O governador deverá sancionar ou vetar a lei.